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Águas

Balanço hídrico sequencial (BHS) de Itu entre 2019 e maio de 2021

Um exercício simples de levantamento de dados hídricos municipais.

Balanço hídrico sequencial em Itu, São Paulo

O cálculo é feito para uma cobertura vegetal de referência (gramínea) e para o tipo de solo indicado por uma base de informações do IBGE para a localidade geográfica escolhida pelo usuário, ou um outro tipo de solo selecionado.

Link da ferramenta do SISDAGRO: http://sisdagro.inmet.gov.br/sisdagro/app/monitoramento/bhs

Observação: Os dados são valores previstos pelo modelo numérico de previsão do tempo do INMET.

 

Dados utilizados e resultados obtidos

RESUMO: 01/01/2019 a 07/05/2021

ESTAÇÃO: ITU (C) – SP

SOLO: 3 – Médio (CAD 75)

TOTAL DE DIAS SEM CHUVA: 358

CHUVA DO PERÍODO: 2902.8 mm

TEMPERATURA MÉDIA: 20.96ºC

MAIOR TEMPERATURA MÁXIMA: 38.53ºC

MENOR TEMPERATURA MÍNIMA: 5.22ºC

ARM – Armazenamento (%)

ETR – Evapotranspiração Real (mm)

DEF- Deficit Hídrico (mm)

EXC – Excedente

ETo – Evapotranspiração de Referência (mm)

P – Precipitação (mm)

T – Temperatura Média (° Celsius)

CADxARM – Capacidade de Armazenamento (mm) x Armazenamento (mm)

DEFxEXC – Deficit Hídrico (mm) x Excedente Hídrico (mm)

PxARM – Precipitação (mm) x Armazenamento (mm)

ETRxT – Evapotranspiração Real (mm) x Temperatura Média (° Celsius)

 

 

O Balanço hídrico sequencial (BHS)

O Balanço hídrico sequencial (BHS) permite acompanhar a disponibilidade de água entre uma Data Inicial e uma Data Final selecionadas pelo usuário, de acordo com a localidade e tipo de solo escolhido.Através da contabilização do suprimento natural de água para o solo (Precipitação – P), da demanda atmosférica (Evapotranspiração Potencial – ETP) e a da Capacidade de Água Disponível (CAD) apropriada ao tipo de solo, o BHS fornece estimativas da evapotranspiração real (ETR), deficiência hídrica (DEF), excedente hídrico (EXC) e armazenamento de água no solo (ARM).

Esse procedimento segue a metodologia proposta por Thornthwaite e Mather (1955), sendo a evapotranspiração potencial (ETP) estimada pelo método de Penman-Monteith, parametrizado pela FAO (Allen et al., 1998), que requer dados de saldo de radiação, fluxo de calor no solo e valores médios diários de temperatura, vento e umidade do ar.

 

Referências bibliográficas:

ALLEN, R.G.; Pereira, L.S.; Raes, D. & Smith, M. Crop evapotranspiration – Guidelines for computing crop water requirements. FAO Irrigation and Drainage Paper, No. 56, FAO, Rome, 1998.

RIZZO, L. R. Análise da conjuntura dos recursos hídricos para abastecimento: Jaú – SP, dissertação de mestrado PROFÁGUA. Disponível em: <http://hdl.handle.net/11449/180541>.

THORNTHWAITE, C.W.; Mather, J.R. The water balance. Climatology, Centerton, NJ. v.8, n.1. 1955.

Precipitação de 2010 à 2019 em Itu, São Paulo, BR

O que é?

Vulgarmente, precipitação é a chuva que cai por ano em algum lugar do planeta Terra. Aqui ela é medida em milímetros.

O gráfico abaixo apresenta as precipitações médias calculadas na cidade de Itu, interior de São Paulo. Para obtenção dos dados para o estudo rápido utilizou-se de referências metodológicas encontradas no trabalho que visa analisar a conjuntura hídrica de um município, feito pelo mestre Luiz Rafael Rizzo, da UNESP/PROFÁGUA de Ilha Solteira (mais…)

Consultores apresentam o projeto do condomínio

Água e todo mundo circulando!

Essa foi uma semana pra conferir o que anda acontecendo em Itu quando o assunto é ela:  a gloriosa H2O

Na última quinta feira, alguns hackativistas da Baia Hacker, junto com os alunos do curso de Biologia do CEUNSP, participamos de uma visita técnica à Fazenda Capoava, onde pudemos conhecer um projeto de reflorestamento que pretende plantar cerca de 400. 000 mudas florestais nativas nas imediações.

Boa parte dessas mudas já estão no chão, algumas com até 2 anos de idade e já criando um belo sombramento de solo.

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Água cara ou é água da barata?

No auge de toda insegurança gerada pela crise hídrica real, a de 2014, eis que o Governo de São Paulo veio com aquele papo “me engana que eu gosto” para acessar a água do volume morto do Sistema Cantareira. Necessidade obrigatória por lei, é o limite, deve-se garantir o abastecimento da população da capital onde muitas pessoas enxergam nisso uma atitude empreendedora. Realmente, isso é que é amor para além da conta!

Traduzindo para a linguagem dos demoautocratas que vivem fora da bolha do sistema de regulação e controle do abastecimento de águas, o Governo de São Paulo definiu que as pessoas passariam a beber água de fontes que tempos atrás não serviríamos nem aos porcos, sob pena de ser processado criminalmente pelo próprio Estado.

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Parceria avalia a qualidade da água em Itu

Em função do desabastecimento da água no município de Itu-SP, a população tem recorrido a poços artesianos, bicas e a caixas e bolsões públicos instalados em alguns bairros da cidade para obtenção de água.

Estes locais alternativos podem sofrer contaminação por micro-organismos devido às condições de instalação e manutenção do sistema de abastecimento, onde o próprio usuário é o responsável pela coleta e transporte da água até a sua residência.

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Aquiferos na região

#queremoságua #sqn

#queremoságua Só que não turma.

Primeiro que água tem, até um bocado ainda, mas está suja né? Nosso problema é água potável. Há uma certa ilusão sobre as águas subterrâneas mas olha só Itu, na pontinha do aquífero tubarão, sobra pouco para nós.

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ReÁguas de Itu

Em Itu – SP, Direitos e Democracia são atropelados por coronéis, militares e civis, que frente à uma real crise da água, reagem com violência a pequenas perturbações da ordem estabelecida.

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DesÁguas em Itu, imagina sem água

Quando a natureza vai mal, tudo que interdepende dela (tudo que existe) também não vai muito bem. Assim estamos nós em Itu. não muito bem, afinal de contas como levar uma vida comum sem água boa pra beber, pra banho e pra cozinhar só pra falar do mais básico?

Nessa situação incomum, vivemos nós, maior parte dos habitantes do planeta Itu

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